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New York City

30 de março de 2021

Felipe Machado do Viper em mais um clipe imperdível.

Por Vitor Diniz/Foto Paulo Rocha

 

Felipe Machado, guitarrista do Viper, colocou no mercado um dos clipes mais bacanas de 2021.
“New York City”, que faz parte do álbum FMX: FMSolo Remixes, de 2020, (ForMusic Records), é uma parceria do músico, que é também escritor e jornalista, com Alex Souza e Fabio Ribeiro, do Remove Silence.
O videoclipe de ”New York City” é imperdível e traz a direção de Paulo Rocha (PROX) . O clipe nos conduz a um rolê por uma das mais apaixonantes cidades do planeta.

O paulistano Felipe Machado já gravou outros vídeos com pegada semelhante.
O músico lançou FM Solo em 2015 (também pela ForMusic Records), um belo trabalho, que inspirou o disco com os remixes de 2020 e que contém grandes músicas como ”Someday” e ”Dark Angel” entre outras.
Em entrevista por e-mail ao Popmix, Felipe conta detalhes curiosos sobre ”New York City” .
Nos links abaixo, além do clipe, temos ainda um video de Felipe Machado participando do Popmix, em 2005, pela TV Millenium de São Paulo.

1- Como surgiu essa parceria tão bacana da faixa New York City com o Alex Souza e com o Fabio Ribeiro, da Remove Silence ?

O projeto do álbum “FMX: FMSolo Remixes” começou com o produtor Paulo Rocha (PROX), que me convidou para tocar guitarra em uma apresentação ao vivo em que ele seria DJ. Durante um ensaio no estúdio dele, ao vê-lo trabalhando, tive a ideia de enviar uma faixa do meu álbum solo para ele fazer uma releitura. A música “Someday” ficou tão legal que pensei: e se eu fizesse isso com todas as faixas do disco? Mas daí pensei que seria legal se fossem vários estilos de música eletrônica, até para ficar algo mais variado. Comecei a lembrar dos amigos que trabalhavam com música eletrônica e logo veio uma lista grande na cabeça. O Alê e o Fábio, do Remove Silence, são caras que conheço há algum tempo e com quem eu sempre quis trabalhar. Cheguei a tocar com o Fábio no projeto VIPER & Guests, porque ele tocou teclado muito tempo com Andre Matos. Convidei e eles toparam. Um coisa curiosa da música “New York City” é que o remix foi lançado antes mesmo da versão original. Escrevi a canção em Nova York em 2018, quando passei uma temporada lá, mas ela era mais rock. Essa versão estará no meu segundo disco solo, que acabou ficando atrasado com a pandemia. A versão do Remove Silence ficou tão boa que resolvi lançar ela antes mesmo, junto com as outras do “FMX”.

2-Depois desse clipe dedicado a Nova Iorque, pretende fazer outro no embalo do álbum FMX: FMSolo Remixes? Qual seria o próximo?

Fiz dois clipes antes de “New York City”. O primeiro foi “Someday”, editado pelo Paulo Rocha (PROX), que também produziu três remixes no álbum “FMX”. Ele usou imagens do clipe original de “Someday”, que fiz em Valle Nevado, no Chile, e acrescentou algumas imagens dele tocando. O segundo foi “Tourist”, que ele também editou usando imagens do video original, que também gravei no exterior, em New Orleans. E daí acrescentamos imagens do Mario Fischetti, que assina o remix, tocando em Portugal. Ou seja: antes de “New York City”, os clipes seguem o mesmo estilo do “FMX”, ou seja, são praticamente remixes visuais de outros clipes (rs). O próximo será “Unnatural Feelings”, que vou trabalhar novamente com o Paulo Rocha. Tivemos uma boa sintonia, é um cara muito talentoso que transita bem pelo mundo da música e do vídeo. Em breve vamos tentar montar um show para apresentar o FMX ao vivo, quando for possível.

3-Na sua opinião, qual a banda de Nova Iorque que tem mais a cara da cidade?

Sempre que penso em Nova York me vem à cabeça aquela geração do Velvet Underground e do Lou Reed. Tive a oportunidade de entrevistar o Lou Reed uma vez, foi uma experiência bem legal porque sou muito fã, embora ele tenha sido um pouco grosseiro. (rs) É engraçado que minha inspiração para “New York City” foi um show que vi lá da banda Everything Everything, que é britânica. Sempre gostei mais das bandas inglesas, mas hoje em dia tenho ouvido muito o disco novo do Strokes, que acho que é a cara de Nova York. Acho que, mais que uma banda, o que me inspira em Nova York é o clima cosmopolita da cidade, uma espécie de capital do planeta. É o meu lugar favorito no mundo – não vejo a hora de voltar quando for possível.

Pop Mix entrevista Felipe Machado (2005)

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Belle&Sebastian. Um ícone da cultura indie !

7 de março de 2021

Banda lança disco ao vivo e clipe emocionante com seus fãs

Mais uma vez esse sensacional grupo de Glasgow, chamado Belle&Sebastian, nos entrega um disco envolvente e empolgante do começo até seu último acorde. A banda de Stuart Murdoch, Sarah Martin e cia lança um vinil maravilhoso duplo e ao vivo. What To Look For In Summer (Matador Records) traz vinte e duas faixas registradas em shows que os escoceses realizaram em alguns palcos pelo mundo em 2019. Rolam até músicas gravadas em um navio durante um cruzeiro pop. Estão aqui compilados naquela pegada In Concert,  alguns números que tanto encantaram os sentimentos indies. ”Dog on Wheels”  nos seduziu fortemente quando foi lançada em 1997, e está incrível nesse disco. O mesmo acontece com ”Step Into My Ofice , Baby” .  No entanto, a grande sacada desse lançamento está relacionada à faixa que leva o nome da banda. A música “Belle& Sebastian” ganhou um clipe no embalo desse disco . Essa iniciativa é algo que define bem o quanto o combo de Glasgow é querido por seus seus fãs. O emocionante vídeo faz uma espécie de um contagiante crossover de imagens lindas de seus fãs, cantando e dançando, em diversos lugares e sem nenhum tipo de aglomeração. O clipe, lançado no YouTube, no canal oficial do grupo, que um dia teve a musa indie Isobel Campbell em sua formação, reforça a tese de que o Bele&Sebastian é uma banda única, daquelas que você ama a sua obra , e que paralelamente, sente vontade de ser amigo de seus integrantes. Quem presenciou os antológicos shows da banda no Tim Festival, em São Paulo e no Rio de Janeiro no ano de 2001, provavelmente fará coro comigo.  Vale lembrar, que no Brasil eles contam com uma admiradora ilustre, a cantora Anitta que parece gostar em especial do disco The Life Pursuit , de 2006. Stuart, também usando o Twitter ressaltou o fato dele e de seus colegas de grupo serem fãs da brasileira e até sugeriu uma parceria com ela. No mesmo ano de 2006, em que The Life Pursuit chegou às lojas, o Belle&Sebastian lançou um compacto em vinil , cantando em português!  A escolhida foi ”Casaco Marrom”,  uma cover lindíssima da faixa da cantora Evinha do Trio Esperança.

 

Um discaço !

Mas voltando a What To Look For In Summer, que é um discaço , e que até chegaria perto da perfeição, caso tivesse entre suas joias, a incrível ”Lazy Line Painter Jane”, que marcou em 1997 a dobradinha da banda com a ótima cantora Monica Queen. Monica é dona de uma das vozes mais marcantes da Escócia.
Além do obrigatório e recém lançado What To Look For In Summer,  quem acompanha  o Belle&Sebastian também ficou bem ligado na luxuosa caixa Jeepster Singles, que estava tipo Sold Out total em Glasgow, quando o Popmix visitou a cidade em dezembro de 2019. Agora ela reaparece na loja do site da Gravadora Matador Records. Depois de ter surgido a mais de duas décadas em Grasgow , o Belle&Sebastian segue sendo um dos grandes ícones da cultura indie!

 

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Se liga no Spinn!

2 de agosto de 2020

Foto oficial: Facebook Spinn

Banda de Liverpool lança mais um single e faz bonito!

Por: Vitor Diniz

Ao lado de nomes como o da cantora Jade Bird e do Sports Team, o Spinn é, sem dúvida, uma das grandes apostas da nova geração britânica. O super jovem quarteto de Liverpool representa a cena da cidade dos Beatles e do campeão inglês de futebol com muita categoria e com um senso pop dos mais apurados.
Essa irresistível banda, que o Popmix conferiu ao vivo no final de 2019, no King Tut’s, em Glasgow, lançou recentemente mais um single pra lá de empolgante. “Stuck On A Feeling”, com suas contundentes linhas de baixo, é daquelas músicas que mostram que o Spinn veio mesmo para ficar. Com seu grudento, irresistível e autointitulado disco de estreia, lançado em 2019 pelo selo Modern Sky UK e que conta com onze faixas, o grupo conquistou fãs no Reino Unido e no Japão, entre outras praças. “Believe It Or Not” ,que abre o álbum, é uma jóia pop. Com jeitão de hit mundial, a toda sedutora “Believe It Or Not” é uma das músicas mais dançantes que o indie britânico produziu desde “Still On Fire” lançada pelo Aztec Camera, em 1984 .


Foto: Vitor Diniz

E se não fosse por essa pandemia terrível que abala o mundo, os meninos poderiam estar ainda mais hypados com uma sequência maior de trabalho. Ao vivo, a banda é mesmo muito competente, e a elogiada participação do quarteto no Reading Festival em 2019, também ratifica essa afirmação.

Lembrando o Spinn na Escócia

Melhor que ter visto no ano passado um show do Spinn foi ter feito isso no famoso King Tut’s Wah Wah Hut, em Glasgow. Foi nessa seminal casa que o mestre Alan McGee, da Creation Records, agora com a Creation 23, encontrou o Oasis e aí surgiam os primeiros capítulos de uma das mais importantes trajetórias do rock. Com toda essa atmosfera Britpop do local, que fica na região central da apaixonante e extremamente musical cidade de Glasgow, vimos o Spinn em noite impagável no mês de novembro. Assim como seu LP, o show da banda naquela noite de 2019 foi uma delícia de ser conferido e rolou fácil, pois todas as faixas são cativantes. O vocalista Johnny Quinn esbanja carisma e sua sintonia com uma galera bem nova que lotava a casa era visível. Por sinal a moçada pulava muito e o piso do King Tut’s vibrava, conferindo uma sensação bacana de euforia indie inesquecível. Que garotada fashion/rock&roll incrível, cheia de fibra e que deve estar sentindo muita falta de um show daqueles.


Foto: Vitor Diniz

Johnny parece seguir a melhor escola do rock inglês e sua grande postura de palco remete a icônicos vocalistas como Jarvis Cocker, Brett Anderson e principalmente Morrisey! Em um determinado momento flores foram atiradas do palco. Já da guitarra do ótimo Andy Power saem riffs com ”sabor” de John Squire e Johnny Marr. E as já citadas linhas de baixo? Sean McLachlan é um arraso com seu instrumento, muito talentoso assim como Louis O’ Reilly na bateria. E como deve ser, assim que encerraram o último acorde da apresentação, desceram do palco e correram para a lojinha da banda. Deram autógrafos, tiraram fotos com seus fãs e ainda assinaram o vinil de um certo jornalista brasileiro. Não é toa que o King Tut’s é um espaço cultuado do rock mundial.
 

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Escola de Rock

13 de julho de 2020

foto: Carlos Mafort

Confira entrevista e vídeos com Tatila Krau

Por Vitor Diniz

Tatila Krau cantando com a sua fina assinatura um hit do The Cure? Sim, esse é um presente da badalada cantora de 25 anos para vocês que acompanham o Popmix, nesta data que tanto celebramos bandas que mudaram o rock . O vídeo postado no Instagram foi gravado no melhor estilo ‘”do it yourself” durante a quarentena.

A carismática artista de voz marcante já havia revisitado com muita classe a obra do lendário grupo de Robert Smith em 2017. Já em 2018 olhou com maestria para outro gigante do rock mandando ver em um inspirado cover de um dos clássicos do incrível Queen(veja abaixo). Vale muito curtir também o caprichado clipe de “Mystery”, música que ela lançou em 2014 com o projeto Look Up. Tatila Krau ganhou fama e muitos seguidores após a sua participação no programa The Voice Brasil em 2019. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Nova Friburgo, onde dá aulas dialogando com vários estilos musicais na sua inovadora escola Belting Music Club, ela concedeu por e-mail entrevista ao Popmix. Confira!

Tatila, qual a sua relação com a obra do Queen?

Conheci o Queen ainda bem pequena. Meu pai gostava muito e tinha o CD “Queen Greatest Hits II” (que, aliás, tenho até hoje e é a trilha sonora favorita do rádio do meu carro). O disco continha as faixas mais aclamadas da banda e eu me contagiei por aquele som único, complexo, intenso.

A voz de Freddie Mercury me impactou desde o primeiro momento que escutei. A medida em que fui conhecendo melhor o trabalho do artista, do performer e do grande talento que ele era, tornou-se uma de minha bandas favoritas e grande influenciadora do meu trabalho.

Em quais aspectos, as faixas do The Cure chamam mais a sua atenção?

As faixas do The Cure são muito autênticas. Conheci o trabalho através do meu grande amigo e parceiro na música Pedro de Paula. Ainda adolescentes, quando formamos nossa primeira banda “Nostalgia”, Pedro sempre falava no Cure, era sua banda favorita. Insistia que eu devia ouvir e conhecer melhor, pois era “fantástico”.

A música que mais gosto, desde sempre, é Just Like Heaven. Achei que continha uma energia sublime e me identifiquei de primeira. Música alegre, contente, que te faz dançar na frente do espelho. Daí surgiu a ideia do vídeo, quis passar uma atmosfera alegre e despreocupada, como se estivesse sozinha, no meu quarto, cantando para ninguém além de mim mesma. Tenho muito orgulho do resultado desse vídeo.

Foto: Keillin Almeida

 

Como foi lançar Mystery-Look Up, em 2014?

Mystery foi uma música que compus aos 17 anos. Tenho muito carinho por ela. A ideia surgiu no meu quarto, num sábado a noite, em um momento decisivo, daqueles que todo adolescente passa. Pensando a respeito do futuro  e das decisões que tomaria a respeito da música, que seria minha profissão.

Look Up foi um projeto muito querido por mim, que surgiu através da internet. Guilherme Heringer, produtor e designer, estava aprendendo a trabalhar com produção musical e pensou em fazer uns “testes” gravando alguns artistas friburguenses. Descobriu, através das redes sociais, o meu trabalho e o trabalho de Ian Fabris.

Fomos convidados para uma reunião. Não nos conhecíamos, mas a empatia foi instantânea. Nunca vi 3 pessoas se darem tão bem em questão de minutos. Dali pra frente, foi fluindo tão naturalmente, que gravamos 2 composições (uma minha e uma do Ian). Mystery e Deixa a Chuva.

O projeto, que até então era apenas uma experiência de gravação, tomou novos rumos quando começamos a ser convidados para nos apresentar ao vivo em eventos. É uma época da qual me lembro com muito carinho, pois amávamos aquilo e fazíamos com muito carinho e cumplicidade.

Infelizmente, precisamos encerrar nossos trabalhos, pois Ian se mudou para Florianópolis e Guilherme, para Portugal. Todos continuam seus trabalhos na música e nossa amizade perdura firme e forte até hoje. Foi o início de algo muito especial para todos nós.

 

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Lost In You

10 de julho de 2020

Por Vitor Diniz / Foto: Elza Cohen

O Leela sempre foi uma das melhores e mais criativas bandas da cena brasileira e agora eles nos brindam com a sua primeira música em inglês. “Lost In You” é uma parceria do grupo com o músico e xamã dinamarquês Kjell Sandvick. A faixa, que vai estar no próximo disco do Leela, ganhou um clipe super bem produzido com uma vibe focada nos anos 1920. Todo o elegante conceito que norteia “Lost In You” é mais uma prova do pioneirismo da banda, que sempre passeou muito bem por diversos estilos ao longo de vinte anos de carreira. O Leela conta com Bianca Jhordão(Guitarra e voz), Rodrigo O’Reilly Brandão(Guitarra), Guilherme Dourado(Baixo) e Fabiano Paz (Bateria).

 

Links relacionados ao Leela:

 

+Chamada da entrevista do Leela em 2019:

Leela&Fausto Fawcett ! Parceria Certeira!

 

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Hell Oh! na área!

25 de junho de 2020

Vamos nessa com ”Hot Like Summer”

O grupo Hell Oh!, que já marcou presença de várias formas no Popmix(confira os vídeos relacionados),  coloca no mercado mais uma envolvente música. ”Hot Like Summer”, que é a faixa da vez, foi lançada em uma bela conexão de trabalho da ótima banda de Nova Friburgo(RJ) com o programa Realidade Musical, de Fernando Sampaio. ”Por causa da pandemia, infelizmente,  não temos prazo para gravação de um disco novo. Iríamos começar a gravar em agosto, mas agora estamos dando uma pausa na composição desse material até tudo isso passar”, frisou o baixista Maycon Rocha, por WhatsApp ao Popmix. Mas enquanto não pinta um novo álbum do Hell Oh!, ”Hot Like Summer” é uma excelente pedida para quem adora o grupo, que é um dos mais legais da cena indie brasileira.

Faixa gravada no Rio de Janeiro para o programa Realidade Musical :

 

Entrevistas do Hell OH! para o Popmix:

 

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Leela&Fausto Fawcett ! Parceria Certeira!

25 de abril de 2019

        Ouça entrevista com Rodrigo O’Reilly Brandão, Bianca Jhordão e Fausto Fawcett!

Por Vitor Diniz / Foto – Rodrigo Silva

 

Tivemos a sorte de entrevistar o grupo Leela e o cantor, letrista  e escritor Fausto Fawcett juntos! O papo gravado no charmoso estúdio Music Bunker do Leela em São Paulo está no link abaixo e o sabor desse encontro foi ainda mais especial pela presença do Fausto e pela conexão que sempre tivemos com a trajetória do Leela, que foi a primeira banda a gravar uma edição do Popmix.

Debutamos na TV, em 2002, com um programa com esse talentoso grupo que surgiu no Rio de Janeiro e que sempre foi adorado na cena brasileira. Na época, eles tocaram espertas versões acústicas de suas músicas para o Popmix na TV Zoom, em Nova Friburgo. Em 2007,  o Leela, que  já havia se mudado para a capital paulista, voltou a nos brindar com uma atuação inspirada, mandando ”Pequenas Caixas”. O vídeo, que traz esse número, e uma entrevista que ganhou destaque na home do UOL Música via Popmix e que foi registrado no estúdio Mariposa em São Paulo  também está linkado abaixo .

Agora em 2019, a banda do casal Bianca Jhordão (vocal, guitarra e theremin) e  Rodrigo O’Reilly Brandão (guitarra, sintetizador, produção musical e vocal)) ,  vive mais um momento mágico, aquecendo a chegada do próximo  álbum com singles e clipes bacanérrimos. Completam a atual formação do Leela Guilherme Dourado, no baixo e Fabiano Paz, na bateria. A parceria com o grande Fausto Fawcett segue magistral e é um dos temas dessa entrevista. Ouça !

+Assista aos clipes do Leela no canal oficial da banda no YouTube

+https://www.facebook.com/faustofawcetteosrobosefemeros/

+Chamada da entrevista  feita para as mídias do Popmix

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O Festival na TV

17 de outubro de 2018

Assista a cobertura do Festival Imaginário !

Em mais uma edição, o  Festival Imaginário ofereceu ótimas bandas da cena independente para o público em Nova Friburgo. The Outs, Hell Oh! e Oruã estão  entre as bandas entrevistadas nessa primeira parte da cobertura do festival, que já contou com Carne Doce em uma edição anterior, realizada em Niterói. Além dos nomes mencionados, outros promissores grupos estão neste programa, que teve a produção do canal Move (Montagna Filmes) e foi exibido pela TV Zoom.

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Apoema

27 de junho de 2018

Uma das grandes revelações da cena carioca fala sobre seu trabalho. Ouça a entrevista com a banda e assista ao clipe de ”Humano”

Apoema

 

Fotos:Rogério Faissal

Por Vitor Diniz

Com quatro integrantes de  18 anos de idade  que se conheceram em uma escola da Zona Sul do Rio de Janeiro, a banda Apoema lançou em 2016 um ótimo EP, com quatro faixas, e se tornou uma promissora aposta do rock brasileiro. Como entregam nessa entrevista, gravada no estúdio do grupo, também no Rio, eles estão trabalhando com o grande Charles Gavin em seu novo projeto. Lourenço Buarque (voz, guitarra e violão), Duda Alves (voz e baixo), Pedro Faissal (bateria) e Cecília Brandão (teclados) falam, entre outros temas, sobre o clipe da música “Humano”, que é assinado pelo diretor Felipe Leibold

www.facebook.com/apoemabanda

Apoema Cure

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In The City

9 de maio de 2018

Assista ao vídeo de ”Trembling Light” e conheça o Porto de Luna.

 

Porto Capa

Foto: Alexandre Camboim

Por Vitor Diniz

 

Claudio Fontes é um dos precursores da cena mod brasileira e já tocou em várias bandas. Agora, além de seu trabalho solo, que já conta com três álbuns, ele segue forte na cena com o Porto de Luna. Em sua mais nova banda, Fontes (bateria,guitarra e voz) está ao lado de Walter Souza (guitarra e bateria), Vitória Haianne (guitarra e voz) e Matheus Leandro (baixo).

Assista ao vídeo de ”Trembling Light”, primeiro single do Porto de Luna e ouça no link abaixo, uma simpática gravação com alguns comentários, que os integrantes do Porto de Luna fizeram para o Popmix na Pizzaria e Lanchonete Real, em São Paulo. Nos links relacionados, está uma entrevista gravada com Claudio Fontes também na tradicional casa de lanches paulistana, em 2013.

 

+Ouça entrevista com Claudio Fontes gravada em 2013

+ Ouça os discos de Claudio Fontes no Spotify

 

 

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