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Se liga no Spinn!

2 de agosto de 2020

Foto oficial: Facebook Spinn

Banda de Liverpool lança mais um single e faz bonito!

Por: Vitor Diniz

Ao lado de nomes como o da cantora Jade Bird e do Sports Team, o Spinn é, sem dúvida, uma das grandes apostas da nova geração britânica. O super jovem quarteto de Liverpool representa a cena da cidade dos Beatles e do campeão inglês de futebol com muita categoria e com um senso pop dos mais apurados.
Essa irresistível banda, que o Popmix conferiu ao vivo no final de 2019, no King Tut’s, em Glasgow, lançou recentemente mais um single pra lá de empolgante. “Stuck On A Feeling”, com suas contundentes linhas de baixo, é daquelas músicas que mostram que o Spinn veio mesmo para ficar. Com seu grudento, irresistível e autointitulado disco de estreia, lançado em 2019 pelo selo Modern Sky UK e que conta com onze faixas, o grupo conquistou fãs no Reino Unido e no Japão, entre outras praças. “Believe It Or Not” ,que abre o álbum, é uma jóia pop. Com jeitão de hit mundial, a toda sedutora “Believe It Or Not” é uma das músicas mais dançantes que o indie britânico produziu desde “Still On Fire” lançada pelo Aztec Camera, em 1984 .


Foto: Vitor Diniz

E se não fosse por essa pandemia terrível que abala o mundo, os meninos poderiam estar ainda mais hypados com uma sequência maior de trabalho. Ao vivo, a banda é mesmo muito competente, e a elogiada participação do quarteto no Reading Festival em 2019, também ratifica essa afirmação.

Lembrando o Spinn na Escócia

Melhor que ter visto no ano passado um show do Spinn foi ter feito isso no famoso King Tut’s Wah Wah Hut, em Glasgow. Foi nessa seminal casa que o mestre Alan McGee, da Creation Records, agora com a Creation 23, encontrou o Oasis e aí surgiam os primeiros capítulos de uma das mais importantes trajetórias do rock. Com toda essa atmosfera Britpop do local, que fica na região central da apaixonante e extremamente musical cidade de Glasgow, vimos o Spinn em noite impagável no mês de novembro. Assim como seu LP, o show da banda naquela noite de 2019 foi uma delícia de ser conferido e rolou fácil, pois todas as faixas são cativantes. O vocalista Johnny Quinn esbanja carisma e sua sintonia com uma galera bem nova que lotava a casa era visível. Por sinal a moçada pulava muito e o piso do King Tut’s vibrava, conferindo uma sensação bacana de euforia indie inesquecível. Que garotada fashion/rock&roll incrível, cheia de fibra e que deve estar sentindo muita falta de um show daqueles.


Foto: Vitor Diniz

Johnny parece seguir a melhor escola do rock inglês e sua grande postura de palco remete a icônicos vocalistas como Jarvis Cocker, Brett Anderson e principalmente Morrisey! Em um determinado momento flores foram atiradas do palco. Já da guitarra do ótimo Andy Power saem riffs com ”sabor” de John Squire e Johnny Marr. E as já citadas linhas de baixo? Sean McLachlan é um arraso com seu instrumento, muito talentoso assim como Louis O’ Reilly na bateria. E como deve ser, assim que encerraram o último acorde da apresentação, desceram do palco e correram para a lojinha da banda. Deram autógrafos, tiraram fotos com seus fãs e ainda assinaram o vinil de um certo jornalista brasileiro. Não é toa que o King Tut’s é um espaço cultuado do rock mundial.
 

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Escola de Rock

13 de julho de 2020

foto: Carlos Mafort

Confira entrevista e vídeos com Tatila Krau

Por Vitor Diniz

Tatila Krau cantando com a sua fina assinatura um hit do The Cure? Sim, esse é um presente da badalada cantora de 25 anos para vocês que acompanham o Popmix, nesta data que tanto celebramos bandas que mudaram o rock . O vídeo postado no Instagram foi gravado no melhor estilo ‘”do it yourself” durante a quarentena.

A carismática artista de voz marcante já havia revisitado com muita classe a obra do lendário grupo de Robert Smith em 2017. Já em 2018 olhou com maestria para outro gigante do rock mandando ver em um inspirado cover de um dos clássicos do incrível Queen(veja abaixo). Vale muito curtir também o caprichado clipe de “Mystery”, música que ela lançou em 2014 com o projeto Look Up. Tatila Krau ganhou fama e muitos seguidores após a sua participação no programa The Voice Brasil em 2019. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Nova Friburgo, onde dá aulas dialogando com vários estilos musicais na sua inovadora escola Belting Music Club, ela concedeu por e-mail entrevista ao Popmix. Confira!

Tatila, qual a sua relação com a obra do Queen?

Conheci o Queen ainda bem pequena. Meu pai gostava muito e tinha o CD “Queen Greatest Hits II” (que, aliás, tenho até hoje e é a trilha sonora favorita do rádio do meu carro). O disco continha as faixas mais aclamadas da banda e eu me contagiei por aquele som único, complexo, intenso.

A voz de Freddie Mercury me impactou desde o primeiro momento que escutei. A medida em que fui conhecendo melhor o trabalho do artista, do performer e do grande talento que ele era, tornou-se uma de minha bandas favoritas e grande influenciadora do meu trabalho.

Em quais aspectos, as faixas do The Cure chamam mais a sua atenção?

As faixas do The Cure são muito autênticas. Conheci o trabalho através do meu grande amigo e parceiro na música Pedro de Paula. Ainda adolescentes, quando formamos nossa primeira banda “Nostalgia”, Pedro sempre falava no Cure, era sua banda favorita. Insistia que eu devia ouvir e conhecer melhor, pois era “fantástico”.

A música que mais gosto, desde sempre, é Just Like Heaven. Achei que continha uma energia sublime e me identifiquei de primeira. Música alegre, contente, que te faz dançar na frente do espelho. Daí surgiu a ideia do vídeo, quis passar uma atmosfera alegre e despreocupada, como se estivesse sozinha, no meu quarto, cantando para ninguém além de mim mesma. Tenho muito orgulho do resultado desse vídeo.

Foto: Keillin Almeida

 

Como foi lançar Mystery-Look Up, em 2014?

Mystery foi uma música que compus aos 17 anos. Tenho muito carinho por ela. A ideia surgiu no meu quarto, num sábado a noite, em um momento decisivo, daqueles que todo adolescente passa. Pensando a respeito do futuro  e das decisões que tomaria a respeito da música, que seria minha profissão.

Look Up foi um projeto muito querido por mim, que surgiu através da internet. Guilherme Heringer, produtor e designer, estava aprendendo a trabalhar com produção musical e pensou em fazer uns “testes” gravando alguns artistas friburguenses. Descobriu, através das redes sociais, o meu trabalho e o trabalho de Ian Fabris.

Fomos convidados para uma reunião. Não nos conhecíamos, mas a empatia foi instantânea. Nunca vi 3 pessoas se darem tão bem em questão de minutos. Dali pra frente, foi fluindo tão naturalmente, que gravamos 2 composições (uma minha e uma do Ian). Mystery e Deixa a Chuva.

O projeto, que até então era apenas uma experiência de gravação, tomou novos rumos quando começamos a ser convidados para nos apresentar ao vivo em eventos. É uma época da qual me lembro com muito carinho, pois amávamos aquilo e fazíamos com muito carinho e cumplicidade.

Infelizmente, precisamos encerrar nossos trabalhos, pois Ian se mudou para Florianópolis e Guilherme, para Portugal. Todos continuam seus trabalhos na música e nossa amizade perdura firme e forte até hoje. Foi o início de algo muito especial para todos nós.

 

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Lost In You

10 de julho de 2020

Por Vitor Diniz / Foto: Elza Cohen

O Leela sempre foi uma das melhores e mais criativas bandas da cena brasileira e agora eles nos brindam com a sua primeira música em inglês. “Lost In You” é uma parceria do grupo com o músico e xamã dinamarquês Kjell Sandvick. A faixa, que vai estar no próximo disco do Leela, ganhou um clipe super bem produzido com uma vibe focada nos anos 1920. Todo o elegante conceito que norteia “Lost In You” é mais uma prova do pioneirismo da banda, que sempre passeou muito bem por diversos estilos ao longo de vinte anos de carreira. O Leela conta com Bianca Jhordão(Guitarra e voz), Rodrigo O’Reilly Brandão(Guitarra), Guilherme Dourado(Baixo) e Fabiano Paz (Bateria).

 

Links relacionados ao Leela:

 

+Chamada da entrevista do Leela em 2019:

Leela&Fausto Fawcett ! Parceria Certeira!

 

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Hell Oh! na área!

25 de junho de 2020

Vamos nessa com ”Hot Like Summer”

O grupo Hell Oh!, que já marcou presença de várias formas no Popmix(confira os vídeos relacionados),  coloca no mercado mais uma envolvente música. ”Hot Like Summer”, que é a faixa da vez, foi lançada em uma bela conexão de trabalho da ótima banda de Nova Friburgo(RJ) com o programa Realidade Musical, de Fernando Sampaio. ”Por causa da pandemia, infelizmente,  não temos prazo para gravação de um disco novo. Iríamos começar a gravar em agosto, mas agora estamos dando uma pausa na composição desse material até tudo isso passar”, frisou o baixista Maycon Rocha, por WhatsApp ao Popmix. Mas enquanto não pinta um novo álbum do Hell Oh!, ”Hot Like Summer” é uma excelente pedida para quem adora o grupo, que é um dos mais legais da cena indie brasileira.

Faixa gravada no Rio de Janeiro para o programa Realidade Musical :

 

Entrevistas do Hell OH! para o Popmix:

 

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Rock,Folk&Afins

30 de maio de 2020

+Lucinda Williams lança mais um discaço!
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Por Rodrigo Bastos Sant’Ana
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A cantora e compositora norte-americana Lucinda Williams está de volta com seu novo disco, “Good Souls Better Angels”, décimo quarto álbum de estúdio de sua respeitável trajetória, lançado, corajosamente, neste período em que o mundo atravessa a pandemia do coronavírus. A sensacional cantora e instrumentista de 67 anos, foi três vezes vencedora do Grammy, e está numa nova fase de sua carreira, desde 2014, lançando discos pelo seu próprio selo, Highway 20 Records, este já é o quarto álbum dessa empreitada. Lucinda Williams fez muito sucesso em uma jornada iniciada há 41 anos. Lançou discos de diferentes estilos, mas consagrou-se com o alt-country ainda nos anos 1990, no disco “Car Wheels on a Gravel Road” (1998). Nos anos 2000 foi em direção a um som mais calcado no folk-rock, lançando álbuns excepcionais como “World Without Tears” (2003) e “West” (2007), ambos pela extinta Lost Highway Records. No novo disco, quase que inteiramente gravado ao vivo em estúdio, com sua atual banda; a cantora, com seus violões e guitarras é acompanhada por Butch Norton, bateria, David Sutton, contra-baixo e Stuart Mathis na guitarra. Uma banda eficiente e concisa, sem adição de teclados ou lap- steel. Daí a sonoridade orgânica e com dois pés no rock’n roll.
E o disco faz uma imersão no roots rock, blues, e no folk rock. “You Can’t Rule Me” abre o trabalho num blues rock básico e mostra o entrosamento do quarteto que a acompanha também nos shows. Na sequência vem “Bad News Blues”, também em compasso de blues, a canção é uma crônica sobre a deteriorização da sociedade moderna em larga escala. Aliás, esse tema está presente em outras canções como “Wakin’ Up, uma espécie de valsa rap. “Big Rotator” também vai nessa linha.  “Bone of Contention” é outra canção forte, começa com uma levada firme de bateria, guitarra wah wah e riff em overdrive. “Down Past the Bottom” completa essa metade de canções do disco que vão para o lado mais puro do Roots Rock em questão.
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Acento Folk
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A outra metade do disco é uma viagem pelo folk rock. “When the Way Gets Dark”, por exemplo, poderia ser uma das faixas de “World Without Tears”. Uma canção notívaga com ambientação característica. Guitarras telecasters estaladas, tremolo, alavanca, e os versos em rima: “When the Way gets Dark/ Will you Loose your Spirit/ Will you Loose your Heart”. “Big Black Train” é uma das canções essenciais do disco; que está sendo lançado tanto em CD quanto em LP , e está também no Spotify.  O disco tem muito a ver com esse periodo de quarentena; de fragilidade e incertezas, devido seu alto valor reflexivo com canções que mostram a perspectiva da poetisa, cronista das mazelas da sociedade moderna. “Good Souls” mais um tema folk, encerra o disco em tom menor, e é a canção que inspira o título, “Keep with the better angels/ Keep with the Good souls/ In the Hands of Saints”. Esse álbum mostra que se encaixa bem na discografia de Lucinda, e pode ser também, a porta de entrada para o trabalho dessa obstinada cantora e compositora.
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Heatwave!

9 de abril de 2020

Wilson Farina fala sobre os cinco anos de seu programa! Ouça!

Por Vitor Diniz / foto: Jô Santos Belíssimo

O gaúcho Wilson Farina comanda na Rádio Antena Zero, de São Paulo o obrigatório Heatwave!. O programa, que virou mania entre aqueles que não vivem sem música, completou cinco anos recentemente.

E agora, com a difícil situação que o planeta atravessa, o Heatwave, em uma bela iniciativa, terá um festival (mais detalhes na página do Heatwave) via internet nessa quinta-feira, 9 de abril. Em entrevista gravada em São Paulo, em fevereiro, Wilson falou sobre o seu programa . Ouça!

 

Arquivo PopMix: Entrevista com Wilson Farina no Campari Rock em 2005!

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Alta Fidelidade

31 de janeiro de 2020

Demorou! A lista do Popmix com os discos do ano está ai!

Esses são os nossos dez álbuns favoritos da cena internacional do ano passado.2019 fica marcado como o ano em que a inglesa Jade Bird debutou, chegando ao disco de forma incrível. A temporada passada também nos entregou outra bela estreia, a do Spinn, de Liverpool. Mas, sem dúvida, o dono da bola em 2019 foi Liam Gallagher. O irmão do Noel lançou o álbum do ano e fez grandes shows no embalo de seu Why Me? Why Not. Colamos em dois concertos de Liam em novembro, como vocês podem conferir no link relacionado. Ambos em Dublin. Além disso, a nossa lista ainda traz nomes como o do mestre Nick Cave, Lana Del Rey, Michael Kiwanuka entre outros. Ouça também no Spotify, a playlist do Popmix, com cinquenta músicas marcantes de 2019!

1- Liam Gallagher – Why me Why Not

2- Jade Bird – Jade Bird

3- Band Of Skulls – Love Is All You 

4- Spinn – Spinn

5- Michael Kiwanuka – Kiwanuka

6- Nick Cave&The Bad Seeds – Ghosteen

7- Brittany Howard – Jaime

8- Divine Comedy – Office Politics

9- Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell

10 – Cigarettes After Sexy – Cry

 

 

+ Liam Gallagher ao vivo em Dublin

+ Conferimos um show de Kiwanuca em NYC

+ Os melhores discos de 2018

 

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Rock&Roll Star

12 de dezembro de 2019

Liam Gallagher contagia fãs com dois grandes shows em Dublin

Por Vitor Diniz – Fotos : Bernardo Valle

Provavelmente, foram poucas as vezes em que um artista esteve em tanta conexão com seu público como Liam Gallagher  em seus dois shows em Dublin, durante sua atual turnê. O ex-vocalista do Oasis se apresentou na 3 Arena e, tanto no sábado, quanto no domingo, levou os oasismaníacos ao delírio. Uma galera toda bacana que desfilava com chapéus estilo Reni do Stone Roses, que a grife Pretty Green, do próprio Liam, resgatou.

Liam Gallagher, que está lançando o ótimo Why Me? Why Not, mostrou que está super em forma e foi o mentor de uma gigantesca festa rock na arena irlandesa. Sua voz ganhou fortemente toda a mega casa em ”Rock&Roll Star”, clássico do Oasis, que abriu as duas noites. Logo em seguida, veio ”Halo”, que está em seu novo álbum e que o Popmix já destacou como a música do ano. Liam, nessa faixa, ainda fez uma graça extra tocando uma flautinha, com a cabeça jogada para trás e apontando o instrumento para o alto. Muito cool! Ele fez o ritual nas duas noites. ”Shockwave” e ”Be Still” foram outras do novo disco que funcionaram bem demais em Dublin. Já ”Lyla”, lançada pelo Oasis em 2005, e que colocou a galera para pular muito no sábado, ficou de fora no domingo, mas ”Standy By Me”, outro clássico do Oasis, que não rolou na primeira noite, empolgou a todos na segunda. Paul ”Bonehead” Arthurs, que fez parte da formação original do combo dos irmãos Gallagher, marcou uma presença bonita, com sua guitarra em números do lendário grupo de Manchester.

Tudo muito emocionante, tudo muito do tipo There and Then (manja aquele histórico DVD?), pois ver um Gallagher ao vivo é sempre sensacional, ainda mais com a pilha legal que a plateia botava.

Hits do Oasis

Liam Gallagher mostra a cada dia, que, assim como o brother Noel, está mandando muitíssimo bem em sua carreira solo. Os fãs do Oasis, que tanto sonham com uma volta da banda, ”jogaram junto” com ele em Dublin, na força de seu carisma, e foram guiados por sua contagiante e inconfundível voz. O cantor inglês esteve super bem acompanhado com uma grande banda no palco(incluindo uma participação de seu filho Gene). Liam voltou  duas vezes para um encerramento maravilhoso com cinco faixas do Oasis. Isso aconteceu na verdade nas duas noites, com destaque para ”Roll With It”, no sábado, e ”Cigarettes& Alcohol” no domingo. Nesta oportunidade, ele cantou na reta final com o capuz de sua parca na cabeça e

parecia estar cada vez mais perto de seus fãs, naquela noite de domingo. Ali pulavam e confraternizavam, felizes da vida, representantes de ao menos três gerações de adoradores de uma das bandas mais cultuadas da história. A poderosa balada ”Once”, que também está em de Why Me? Why Not, deixou uma arena lotada cantando sua letra nos dois shows em Dublin, compondo um cenário e tanto, mais ou menos na metade do show.

A moçada do Twisted Wheel e o darling Miles Kane fizeram ótimos shows de abertura. E antes de Liam Gallagher pisar no palco, o som da casa mandava números de lendas como Slade, Thin Lizzy, The Jam  e Stone Roses. Toda essa atmosfera muito incrível, fomentou o lindo frenesi pop causado pelos irlandeses. Eles fizeram tudo para estar perto de Liam Gallagher. Na volta para a casa, a festa seguiu bonita, com os fãs cantando temas como ”Live Forver” dentro do Luas, o sistema de transporte público de Dublin. Dois concertaços de rock que vão ficar na memória.

Links relacionados:

+ Confira mais sobre os shows de Liam Gallagher em Dublin em nosso Instagram!

+ Liam Gallagher e seu ótimo novo disco

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Definitivamente empolgante !

17 de novembro de 2019

Em grande estilo Liam Gallagher lança um disco brilhante

Liam Gallagher está aí, mais uma vez, nos brindando com um grande disco de Rock&Roll. Why Me? Why Not não é apenas melhor que seu antecessor, o ótimo As You Were, mas sim é ainda mais relevante  do que a maioria dos álbuns de rock dos últimos tempos. Why Me? Why Not, que traz onze faixas em um lindo vinil verde e três músicas extras na edição deluxe, é daqueles discos que geralmente pegam o ouvinte de primeira. O difícil é parar de escutar esse envolvente álbum.
O novo trabalho do ex-vocalista do Oasis é cheio de alternativas para quem curte a preciosa escola do rock inglês. Um refrão grandioso para cantar junto? Sem problemas, aqui Liam nos oferece vários. Boas melodias? Isso é algo que também é marcante, uma fartura só. São muitas as faixas que comprovam o talento de Liam Gallagher e que farão você pensar em gigantes da cultura pop como David Bowie , Marc Bolan, Paul Weller e Ray Davies, ou, em especial, em John, Paul, George e Ringo.

A música do ano

Liam, que havia debutado com classe em carreira solo, com As You Were, de 2017, passa muito bem pelo famoso teste do segundão. “Now That I’ve Found You “, que está emocionando tanta gente, é mesmo capaz de deixar ainda mais estreita e forte a nossa relação com a música pop. Números assim reforçam a tese do quanto a música pode fazer bem para as nossas almas…
Mesmo em um punhado de grudentas e significativas faixas, podemos destacar  “Halo” como a música do ano. E olha que ”Off My Mind”, de Richard Hawley, também é de arrepiar de tão boa. Mas a forma como o irmão do também magistral Noel consegue em “Halo’’, mesclar uma melodia irresistível com aquela fina agressividade punk e glam é impressionante. Em uma sacada magistral, ‘’Halo’’ traz, em determinado momento, uma espécie de gap pop na cozinha rock com palminhas, flautinhas e backing vocals doces que pipocam ao longo de toda a música com perfeição. Depois volta a ser “nervosa’’, remetendo a Sex Pistols e ao próprio Oasis e ao Beady Eye também. ”Halo” é, de fato, muito marcante. Um primor essa música, que está bem acompanhada, já que outras grandes faixas vão conquistando o ouvinte ao longo do álbum. “Meadow’’ é linda, uma balada com carinha de Harry Nilsson, John Lennon e, principalmente, George Harrison. ‘’Shockwave’’ abre o disco mostrando o quanto Liam Gallagher é atento às boas texturas roqueiras. O resultado é mais uma excelente música, que já nasce com ‘’gosto’’ de clássico assinada por um Gallagher.
Os vocais de Liam seguem muito bem obrigado. A voz do cantor de quarenta e sete anos é uma das mais marcantes da história do rock. Sensacionais hits do Oasis  que estão registrados no inconsciente coletivo, como ‘’Live Forever’’ e ‘’Wonderwall’’, não me deixam mentir. Falando em hits, ‘’Once’’ é a maravilhosa canção que vai fazer multidões cantarem com braços erguidos nesta turnê de Liam Gallagher.
Nesse discaço, Liam contou com sua ótima banda e com a colaboração luxuosa de nomes como Greg Curstin e Andrew Wyatt.

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Bundesliga Experie​nce

Evento no Rio traz clima pop de entretenimento boleiro

O futebol é arte, é entretenimento, é vida! A Bundesliga, mais uma vez, mostrou o seu pioneirismo e promoveu o evento Bundesliga Experience, no Rio de Janeiro, no último final de semana. Com uma coletiva de imprensa, no Clube de Regatas do Flamengo, o evento começou em grande estilo. Quatro ex-jogadores brasileiros, que são lendas do futebol alemão e mundial, falaram sobre as suas conexões, não só com a Bundesliga, mas também enfocaram como a terra do Scorpions foi importante para a formação de cada um. Estavam lá os craques e embaixadores da Bundesliga: Juan, Tinga, Zé Roberto e Paulo Sergio. Eles deram um show de simpatia e carisma. ‘’Uma das coisas que foram fundamentais para mim, foi aprender a língua e a cultura’’, destacou Paulo Sérgio em relação a sua adaptação a Alemanha. A festa, que divulga o campeonato alemão no Brasil, seguiu bonita, em uma Arena toda cool, montada na praia de Ipanema, com direito a um estúdio bacana da Fox Sports e uma série de jogos nas areias. Ainda em um telão, rolava o clássico Bayern de Munique x Borussia Dortmund. Um programa esportivo pop para toda a família. Golaço da Bundesliga!

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